Obesidade e saúde pública: porque o faz de conta é desastroso

Uma publicação assinada pelo Ministério da Saúde em junho deste ano aponta, ou ao menos sugere, estagnação do sobrepeso e obesidade nas capitais do país. As justificativas repousariam em:

Aumento de 4,8 % no consumo regular de frutas e hortaliças (de 2008 a 2017)
Aumento de 24,1 % na prática de atividade física no tempo livre (de 2009 a 2017)
Diminuição de 52,8 % do consumo de refrigerantes e bebidas açucaradas (de 2007 a 2017).

Os fatos
Em período cronologicamente emparelhado a obesidade e excesso de peso aumentaram na média entre todas as faixas etárias 60% e 26%, respectivamente. O resultado é que um Leia tudo…

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